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Como funciona o consórcio de imóveis?

Como funciona o consórcio de imóveis?

O Consórcio Jockey de imóveis é a maneira mais segura de adquirir aquele tão sonhado bem e poder ter a casa própria.

 

Portanto, se você está pensando em comprar um terreno, uma casa ou até mesmo um imóvel comercial, então o Consórcio Jockey é a melhor solução. Isso porque você consegue planejar a compra do bem tão desejado sem entrar no vermelho, ou seja, é a chance de sair do aluguel.

 

Existe ainda uma  outra possibilidade que é utilizar o consórcio para quitar um financiamento e então fugir das altas taxas de juros cobradas pelas instituições financeiras, mas falaremos sobre isso no decorrer do texto.

 

Agora, vamos entender um pouco melhor como funciona o consórcio de imóveis e quais as suas vantagens.

 

 

Como participar do Consórcio Jockey de imóveis?

O Consórcio Jockey de imóveis é a maneira mais prática e rápida de conquistar a casa própria. Assim como também acontece no consórcio de autos e caminhões.

 

Entretanto, é preciso ficar atento para entrar para um grupo de consórcio. O ideal é que o interessado procure uma administradora autorizada pelo Banco Central e que seja reconhecida no mercado.

 

Outro ponto importante é se atentar para o ranking de reclamações divulgado pelo BC, para saber se a administradora em questão faz parte desta lista e por qual motivo.

 

Depois de fazer toda a análise, o participante deve optar por um dos diversos planos disponíveis para adquirir o imóvel. Para isso, ele precisa escolher as parcelas de acordo com o seu poder aquisitivo, para que não pese no seu orçamento com o passar do tempo.

 

Vale lembrar que nesta modalidade, o consorciado não paga parcelas intermediárias e nem juros, e ainda tem a liberdade de escolher o imóvel dos seus sonhos.

 

Uma vez que o consorciado já tiver assinado o contrato, ele então deve participar das assembleias mensais e aguardar os sorteios para ser contemplado e receber a carta de crédito. Porém, caso ele queira agilizar o recebimento da carta de crédito, é possível ofertar lances.

 

Também vale destacar que no Consórcio Jockey de Imóveis o consorciado receberá uma carta de crédito que poderá ser utilizada para a aquisição de um imóvel de maior ou menor valor.

 

Esse estabelecimento ainda pode ser comercial ou residencial, novo ou usado, devendo apenas estar com a documentação em dia perante à prefeitura.

 

No consórcio imobiliário também é possível utilizar o saldo do FGTS para dar lances,  aumentar o crédito, liquidar ou pagar parte das prestações da cota. Ele ainda pode usar esse valor para pagar prestações em atraso, desde que ele não seja maior do que três parcelas.

 

O trabalhador que optar por usar o saldo do FGTS para realizar o pagamento do consórcio precisa estar ciente que o saque deve ser realizado de uma só vez, com limite de até 500 mil reais.

 

 

Tipos de lance em consórcio

O participante do Consórcio Jockey pode trabalhar com três tipos de lance. Na hora de tomar a decisão, vale escolher aquele mais se enquadra ao seu perfil. São eles:

 

 

 

1- Lance fixo
Para oferecer o lance fixo é preciso saber qual a quantia proporcional ao montante total da carta de crédito foi predeterminado pela administradora. Normalmente, esse valor chega a até 30%.

 

Dessa maneira, todos os participantes conseguem saber o valor do lance a ser ofertado de forma antecipada. Agora caso mais de um consorciado dê um lance fixo, é realizado um sorteio entre eles para saber quem fica com a carta de crédito.

 

 

2- Lance livre
Diferentemente do lance fixo, nesse tipo de lance os valores não são determinados antecipadamente. Portanto, o consorciado pode oferecer qualquer quantia em relação ao valor que precisa ser quitado e é contemplado aquele que der o maior lance.

Caso o seu lance não seja o ganhador, tudo continua igual estava, sem precisar desembolsar nada.

 

 

3- Lance embutido

No lance embutido a lógica é um pouco diferente do lance fixo e do lance livre. Nesse caso, uma parte do valor da carta de crédito é oferecida para tentar antecipar a contemplação.

 

 

 

 

Qual o índice de reajuste do consórcio imobiliário?

O sistema de consórcios está crescendo cada vez mais no Brasil e alguns dos principais motivos são as suas vantagens e facilidades. A maioria dos participantes que opta por essa modalidade sabe que essa é a maneira mais prática e econômica de comprar o tão sonhado bem ou serviço.

 

Segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), somente de janeiro a outubro de 2018, o número de participantes ativos da modalidade cresceu quase 7% em comparação ao mesmo período de 2017.

 

Entretanto, mesmo com a popularização e o crescimento do consórcio, muitas pessoas têm dúvidas sobre como funciona o Consórcio Jockey de Imóveis, principalmente quando o assunto é a alteração no valor das parcelas mensais.

 

Muitos se perguntam: Mas afinal, qual o índice de reajuste do consórcio imobiliário e quantas vezes por ano ele acontece? É sobre isso que vamos falar agora. Acompanhe!  

 

Os índices utilizados para o reajuste do consórcio imobiliário

 

Quando uma pessoa entra para um consórcio, ela escolhe o valor da carta de crédito, das parcelas e o prazo que mais lhe agrada. Isso para conseguir arcar com as despesas, sem comprometer a sua saúde financeira.

 

Porém, todos os anos, o valor passa por um reajuste de acordo com o índice de preço estabelecido em contrato. A data desse reajuste acontece sempre depois de 12 meses da primeira assembleia do grupo.

 

Dentre as várias possibilidades, os índices mais utilizados para o reajuste do Consórcio Jockey de imóveis são:

 

  • O CUB (Custo Unitário Básico, apresentado pelo Sindicato da Construção);
  • O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção, divulgado pela Fundação Getúlio Vargas);
  • O IGP-M (Índice Geral de Preços de Mercado, também divulgado pela FGV);
  • O INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor, apresentado pelo IBGE).

 

Para ficar mais claro, vamos dar um exemplo. Suponhamos que um participante adquira uma carta de R$ 300 mil e que a inflação anual do INCC foi de 1%, por exemplo. Nesse caso, é aplicado 1% em cima de R$ 300 mil e o crédito passa a ser de R$ 303 mil.

 

Isso faz com que as próximas parcelas sejam recalculadas com base nesse novo valor da carta de crédito, algo que acontece anualmente.

 

 

 

Como usar o FGTS em consórcios de imóveis?

Muitas pessoas que optam pelo consórcio de imóveis não sabem as vantagens que ele proporciona.

 

Além de não haver incidência de juros, como ocorre nos financiamentos bancários, ainda é possível utilizar o Fundo de Garantia (FGTS) para amortizar, liquidar e pagar parte das prestações de consórcios imobiliários com o saldo da conta vinculada.

 

Se você possui um dinheiro parado no Fundo de Garantia e quer saber como usar o esse saldo para pagamento de consórcios imobiliários, continue a leitura.

 

 

Quem tem direito?

Para ter direito a esse benefício, o trabalhador precisa estar atento a algumas regras. Confira abaixo as premissas para o uso do FGTS em consórcios de imóveis:

 

  • O imóvel deve estar localizado na mesma cidade em que o trabalhador exerça a sua profissão ou resida há mais de um ano (incluindo municípios vizinhos ou região metropolitana);
  • O consorciado não pode ser proprietário, usufrutuário ou cessionário de algum imóvel no mesmo município de residência ou no mesmo local de seu trabalho, bem como não pode ser detentor de financiamento ativo do SFH (Sistema Financeiro da Habitação) em qualquer parte do território nacional, na data da aquisição do imóvel;
  • Tanto o imóvel quanto a cota de consórcio devem estar em nome do trabalhador titular da conta vinculada;
  • O consorciado precisa ter trabalhado, no mínimo, três anos sob o regime do FGTS (em uma única empresa ou em várias);
  • O imóvel deve ser residencial urbano e precisa ter sido adquirido com os recursos da carta de crédito do consórcio;
  • O valor avaliado para o imóvel, na data da aquisição, deve respeitar o limite estabelecido pelo SFH, atualmente estipulado em 500 mil reais.

 

Como é feito o pagamento através do FGTS?

Quando o trabalhador decide usar o saldo do FGTS para realizar o pagamento do consórcio, ele precisa saber que o saque deve ser realizado de uma só vez, com limite de até 500 mil reais.

 

Caso ele queira realizar um novo pagamento através do FGTS precisará respeitar o limite de dois anos entre uma movimentação e outra.

 

Ainda possível usar o Fundo de Garantia para pagar prestações em atraso, desde que essa dívida não seja maior do que três parcelas.

 

 

Quando não é possível utilizar o FGTS?

Como já foi falado anteriormente, o saldo do FGTS pode e deve ser utilizado para pagamento de consórcio de imóveis.

 

Entretanto, essa regra não é válida quando a carta de crédito estiver sendo usada para quitação de consórcio de um imóvel, quando o titular deseja adquirir um terreno ou um imóvel comercial ou ainda quando o titular deseja fazer a reforma de um imóvel.

 

 

Como quitar um financiamento com consórcio

Esse assunto pode até não ser muito divulgado e, por isso, muitas pessoas podem não saber, mas o ato de quitar um financiamento com o crédito de um consórcio está previsto em lei e ainda traz inúmeras vantagens para quem o faz.

 

De acordo o Parágrafo 3, do Artigo 22, da Lei nº 11.795/2008: “O contemplado poderá destinar o crédito para a quitação total de financiamento de sua titularidade, sujeita à prévia anuência da administradora e ao atendimento de condições estabelecidas no contrato de consórcio de participação em grupo”.

 

Uma vez que no Consórcio Jockey não há cobrança de juros, essa prática pode ajudar a reduzir os custos de pagamento e ainda contribuir para a estabilidade financeira do consorciado.

 

Mas como isso é possível?

É importante ressaltar que antes de tomar qualquer decisão, é preciso que você esteja atento a alguns pontos relevantes.

 

Um deles é em relação ao saldo devedor do financiamento. Isso porque ele deve ser de menor ou igual valor ao da carta de crédito para que a dívida possa ser quitada.

 

Porém, mesmo que essa transação seja permitida por lei, é preciso respeitar alguns requisitos para realizá-la. São eles:

 

  • Os contratos de financiamento e do grupo de consórcio devem ter sido feitos após 2009, que foi o ano em que a Lei do Consórcio entrou em vigor;
  • A carta de crédito deve ter valor igual ou maior do que a dívida do financiamento;
  • A carta de crédito só poderá ser usada para quitar o financiamento se essa informação estiver prevista no contrato;
  • A administradora do consórcio e a instituição financeira na qual o financiamento foi feito precisam estar de acordo com a transação.

Sendo assim, uma vez que o indivíduo cumprir com os critérios acima e for contemplado no Consórcio Jockey, através de sorteios ou lances, ele pode então quitar o financiamento e transferir o valor para o consórcio.

Por fim, só é necessário continuar pagando as parcelas mensais, que costumam ser bem menores do que as do financiamento, mesmo com a cobrança de outras taxas administrativas e seguro

Em outras palavras podemos dizer que abandonar um débito caro e substituí-lo por outro mais acessível é uma das principais vantagens de utilizar consórcio para quitar um financiamento.

 

 

Por que escolher Consórcio Jockey

O Consórcio Jockey possui anos de tradição e atua no segmento de consórcio em todo território nacional.

 

Comercializamos cotas de imóveis, pesados e veículos e contamos com uma equipe de profissionais altamente treinados e capacitados para atender nossos clientes com excelência.

 

Nesses 55 anos de atividades no cooperativismo, sempre atuamos com parceria e compromisso.

 

Nosso objetivo é garantir segurança e satisfação aos consorciados, prestando serviços de qualidade e orientando os participantes da melhor maneira.

 

Agora que você já sabe que o consórcio é seguro, entre em contato com o Consórcio Jockey para fazer uma simulação e entender mais sobre como funcionam os grupos. Não perca esta oportunidade de realizar os seus sonhos!